A volta triunfal de Rabicu, o guru vândalo

Rabicu, o guru vândalo, andou sumido. Estava dando um curso de Orgia Espiritual em um puteiro, quer dizer, mosteiro, no Butão (não no meu, que sou espada) e em seu retorno ao Brasil já programou duas palestras aqui em Brasília.
A primeira será pra turma da direita: Impeachment Espiritual.
A outra pra turma da esquerda: Conectando-se ao Universo Golpista para Transformá-lo.

E tem mais novidades: Rabicu, o guru vândalo, depois da delação premiada, vai lançar um concurso erótico-espiritual, será a “I Felação Premiada”.

A vencedora e o vencedor ganharão uma viagem a Roma, pois, como diz o ditado popular, quem tem boa boca vai Roma.
Rabicu sabe, Rabicu diz.

 

 

 

 

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Impicha de Bill Clinton ia acabar em uma “boquetada” se fosse no Brasil

Esse negócio de impeachment é um saco até para digitar o nome da porra do troço. Em sendo assim, e como um nacionalista sem muita convicção que sou, resolvi aportuguesar o impeachment para impicha. Além do mais, impeachment soa muito pomposo para esses políticos rastaqueras que temos.

Mas queria falar é do impicha do Bill Clinton, que quase perdeu seu cargo de presidente da sede do Império, os EUA, por causa de uns boquetes que uma estagiária, Monica Lewinsky, andou “pagando” em seu falo presidencial no salão oval da Casa Branca.

O boquete foi descoberto, virou assunto de segurança nacional e Clinton sofreu um processo de impícha em 1999, do qual foi absolvido.

Ah, mas se fosse aqui no Brasil esse troço ia render muito é mais: no mínimo, em solidariedade à boqueteira presidencial, grupos politicamente corretos iam convocar  a população para um Boquete Revolucionário Público nas principais capitais do país.

Um grupo de juristas à esquerda, iria dizer que a direita estava tentando criminalizar o boquete, que nossas bocas são livres para chuparem o que quiserem… Sem falar nos nossos “Çabichões” de sempre os mesmos, que iriam gastar laudas e mais laudas para explicar que a felação é um ato profundamente revolucionário. Ou não… Isso só quem pode determinar é o Caetano Veloso.

O slogan do furdunço vocês já sabem: Boqueteiras unidas jamais serão vencidas!

Ao menos nós, brasileiros, somos mais criativos quando se trata de bagunçar qualquer coisa, inclusive o Brasil.

Tia Dilma só precisa de 171 votos dos cerca de quinhentos 171 da Câmara

 

Paradoxo brasileiro: a Câmara dos Deputados é composta por 513 parlamentares- na verdade a imensa maioria deles é para lamentar-, mas sigamos em frente: para  barrar o pedido de impeachment contra Tia Dilma Sapiens o governo dela só precisa de 171 votos destes 513.

Ora, o que tem mais na Casa de Tolerância, quer dizer, a vetusta Câmara dos Filhos de Putas Pra Todo Lado, quer dizer, dos Deputados, é… 171!

A começar pelo maior de todos os 171 atuantes hoje no Brasil: o próprio presidente da Casa: o deputado Eduardo Cunha (PMDD-RJ). Portanto, meninos, meninas e demais gêneros, para barrar o impeachment o governo só precisa conseguir 171 dos cerca de quinhentos 171 que estão na Câmara, ou então chamar o 171-chefe, o próprio Cunha e tá tudo resolvido.

É por coisas assim que parei de contar piadas de português faz é tempo… Gol da Alemanha!

Abraço de afogados: Cunha aceita pedido de impeachment de Dilma

Eduardo Cunha Corrupto

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceita pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef.

Abraço de afogados…

Eu avisei outro dia: vamos viver fortes emoções neste fim de ano.

Só espero que nossas instituições democráticas resistam à tsunami que terá de enfrentar nestes tristes e preocupantes momentos que o Brasil atravessa.

Sobre golpe, impeachment, o Botafogo e suas “botafogadas”

Sobre golpe, impeachment e o Botafogo

Alguém sabe me informar quantos golpes e pedidos de impeachment vão ter hoje?

Perdi a conta… Aliás, cansei de ler sobre o assunto. Todo santo e ateu dia é a mesma ladainha. Como tá chato, e a cada dia mais burro, o Brasil.
E pra aumentar o meu tormento, o Botafogo enfrenta um tal de Luverdense logo mais, o que me deixa em pânico… “Botafogada” à vista. Saco.