Meu espírito de porco x A muito viva alma do Lulinha

Uma ironia com as besteiras ditas pelo Lula

Nosso querido Lula, com a modéstia que sempre lhe falta, anunciou ao mundo nessa semana que finda, que sua muito viva alma é a mais honesta que já habitou o Brasil.

Pois eu aposto com ele que meu espírito de porco vivo é o mais honesto não só do Brasil, mas do mundo!

Viu, Lulinha, este lindo, gostoso e genial, porém humildoso, Barão de General Severiano, também sabe falar merda. E sem bufar.

E tenho dito!

Lula diz que é a viva alma mais honesta do Brasil; a mais viva deve ser mesmo

Lula diz que é a viva alma mais honesta do Brasil

Nosso Lulinha declarou hoje, com sua modéstia de sempre, o seguinte: “Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste País, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”

Até concordo com nosso Lulinha, desde que se coloque a frase de maneira correta, invertendo a posição da “alma” do nosso modesto “nunca antes na história desses país houve um Lula como eu”. Viva alma não, Lulinha, alma viva… muito viva, vivíssima!

Eu num sei, mas acho que o Silas Malafaia, o Edir Macedo, o Valdemiro Santiago e outros tosquiadores de ovelhas são páreo duro para nosso Lulinha em matéria de alma viva.

Ahh..  Eles que têm alma viva que se entendam, este burrinho sapiens aqui, quando muito, só tem um pobre espírito… de porco.

 

A modesta assertiva de “Vosso Guia” está no Estadão- ‘Não tem uma viva alma mais honesta do que eu’, afirma Lula

O que é um amigo?

O que é um amigo?
O que é um amigo?
Tudo…
É a única escolha que fazemos
Sem segundas intenções
Irmãos não escolhemos
Mulheres por sentimentos vários

Amigos
Por cumplicidade d’alma

Por um sorriso
Por um abraço
Por nada…
Por tudo…

Somos amigos
E caminhamos juntos
Ainda que a distância nos separe
O coração nos une.

Entrar no Paraíso Brasileiro é um inferno para quem é pobre

Zequinha faleceu tem quase um ano. Bom filho, bom amigo, bom marido, bom pai, bom cristão. Sua bondosa alma foi direto ao paraíso. O brasileiro. Se não sabem fiquem sabendo: o paraíso também é dividido em estados… celestiais.

Com uma folha corrida espiritual pra lá de limpa, nosso Zequinha chegou todo pimpolho ao portal de entrada do Paraíso Brasil para gozar sua merecida aposentadoria eterna.

Mas esbarrou na burocracia celeste brasileira. O porteiro, um negão afrodescendente forte pra cacete, barrou o Zequinha e pediu sua documentação post-mortem. Zequinha, que quase morreu de novo, desta feita de susto, e disse que não sabia que precisava de documentação para entra no paraíso.

Jorjão, o chefe da portaria, com ar de poucos amigos, disse ao aparvalhado Zeca:-“Tá pensando o quê, chefia? Isso aqui é a eternidade do Brasil… Toma aí a lista de documentos para ingressar aqui, se quiser te arrumo um despachante meu chapa que agilizará sua entrada. É um pouco mais caro, mas muito mais rápido e minha pessoa, como conhece o trabalho dele, faz vista grossa para algum detalhe que estiver faltando. Eis a lista de documentos necessários para legalizar sua entrada no Paraíso Brasil…

Ao ver a lista, o espírito do Zequinha ficou vermelho… de raiva!

Eis os documentos necessários para o ingresso no Paraíso Brasil: certidão de nascimento, certidão de casamento averbada em cartório, título de eleitor e um nada consta da Justiça Eleitoral do Brasil terreno, CPF, Identidade, certidão negativa da Receita Federal, certificado de reservista, passaporte celestial, carteira de motorista e o documento mais importante: a certidão de óbito.

Tá lá o nosso bom Zequinha, pedindo esmola na porta do Paraíso- e, com outros companheiros de agruras, acaba de fundar o MSP- Movimento dos Sem-Paraíso-, para ver se conseguem o que lhes é de direito.

Ao lado da porta principal do Paraíso Brasil tem outra, só para os que têm curso superior, políticos, empresários e altos funcionários da burocracia estatal, que têm passaporte diplomático celeste para ingressarem sem burocracia e sem investigação de suas vidas pregressas no burocrático, elitista, fisiologista, patrimonialista, nepotista e injusto Paraíso Brasil.