Sobre nacionalismo, Marx,Tia Dilma e a negação do óbvio

Alguns pensamentos do Barão

 

Logo após vetar uma proposta de auditoria pública em nosso estratosférica dívida interna, Tia Dilma Sapiens liberou R$ 816 milhões para as diversas quadrilhas que se autodenominam partidos políticos no Brasil. Talvez uns 2 ou 3, se tanto, o sejam na acepção verdadeira do termo.
Depois de ver coisas assim, como se sente o “contribuinte obrigatório” quando ela fala em aumentar impostos para debelar uma crise pela qual ela é a principal responsável?
Ah, e para completar, ela vai falando tratando a pobre língua portuguesa aos pontapés quando tenta justificar seus atos, pois é incapaz de formular uma única frase com início, meio e fim com sua verborragia destrambelhada e ininteligível.

Só pra recordar

Queria lembrar a alguns autointitulados nacionalistas que Hitler, Mussolini, Franco, Salazar e outros ditadores, como o nosso Médici, também eram nacionalistas exacerbados.
O partido nazista de Hitler, na verdade, se chamava Partido Nacional Socialista, e o slogan do governo Médici, o mais repressor da ditadura militar brasileira, era o sintomático “Brasil, ame-o ou deixei-o.”
Deve ser por coisas assim que Samuel Johnson, escritor e pensador inglês, cunhou sua célebre frase que diz que “o patriotismo é o último refúgio dos canalhas”.
Frase premonitória, já que Johnson viveu entre 1709 e 1784.

“A produção capitalista produz, com a inexorabilidade de um processo natural, sua própria negação. É a negação da negação.” –Marx, O capital. Livro I Cap.

No Brasil atual tem-se uma nova vertente da dialética marxista, criada no intuito de negar a realidade e tentar justificar o injustificável: é a negação da negação do óbvio.
Pobre Marx…

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A revolução brasileira passa pelo ânus

“Questionamos a imponência do norte sobre o sul e a ficção criada do entendimento de que o que está em cima é mais importante do que está embaixo”.

“Questionando a imponência do norte sobre o sul e a ficção criada do entendimento de que o que está em cima é mais importante do que está embaixo, paramos para olhar para o cu, aprender a ir para o cu e aprender com o cu.”(Coletivo Macaquinhos)

A vontade que tenho é de mandar todo mundo tomar bem no centro do olho do cu! Mas não posso, vão me chamar de reacionário, os apologistas do marxismo-anal.

Essa nova teoria anal brasileira, se não tiver hemorroidas, vai abalar os alicerces de toda a produção revolucionária dos últimos 200 anos.

Como Marx, Engels, Lênin, Gramsci, Trotsky, Rosa Luxemburgo e outros grandes teóricos da revolução comunista não se deram conta que é olhando para o cu que se aprende a ir para o cu e aprende-se com o cu.

Essa é do caralho! Quanta genialidade anal!

Breve alguns desses gênios vão lançar libelos sobre o novo conceito revolucionário. Algo assim o Cu e a Revolução, em cima do clássico de Lênin,  O Estado e a Revolução; outro, este trotskista-anal, vai escrever O Cu Permanente, baseado em A Revolução Permanente, de seu mentor  revolucionário, Leon Trotsky. Lógico que vai sair A Mais Valia do Cu, A dialética Anal… E, com o tempo, teremos uma vasta obra sobre a Revolução Anal, com cu mais radical, mais moderado… Cu reacionário, cu progressista, cu de centro (não, esse já existe), cu de direita, cu de esquerda…

E ainda tem uma Oficina de Siririca e Chuca na progressista Universidade Federal do Amapá.

Para colaborar com a Revolução Anal, sugiro uns slogans: O cu unido jamais será vencido!

O cu é do povo como o céu é do condor!- mil perdões, Castro Alves.

Os filósofos limitaram-se a interpretar o cu de diversas maneiras; o que importa é modificá-lo- mil perdões, Karl Marx.

Ainda bem que merda, mesmo as mentais, saem pelo cu…