É cada uma que parece mil…

Rir é o que ainda me salva neste corrupto Brasil.

Vejam os senhores que uma madama adentrou uma delegacia de “puliça” em Campinas para processar um pai de santo que, segundo ela, cobrou-lhe a módica quantia de R$ 8 mil para baixar um santo nela, e baixou… mas o orixá errado.

Ela queria Oxum, mas recebeu um genérico qualquer, muito provavelmente um santo paraguaio, e começou a passar mal com o orixá falso.

Desculpem mas vou parar por aqui, não consigo parar de rir…

Fiquem com o hilário Boletim de Ocorrência registrado na delegacia:

‘Comparece nesta unidade policial a vítima relatando que é da religião candomblé e que na data dos fatos pagou R$ 8 mil a um pai de santo para “realizar o santo”. 
Após a vítima raspar os cabelos da cabeça, num ritual conhecido como “buri” mas o “oro” quem fez os trabalhos foi o “pai pequeno da casa”.
Após alguns dias, a vítima passou mal porque foi feito “santo errado”, ou seja, estava com o “kelê”.
Depois a vítima procurou outro pai de santo que falou que era “kiliza” de santo porque foi feito de “yemanja ogunté” quando o certo era “oxun”.
A vítima buscou outro pai de santo e foi informada que foi colocado santo incompatível com “ori” dela.
Vítima inconformada pois o santo não veio até o presente momento, motivo pelo qual procurou esta unidade policial.
Todos os termos entre aspas são desconhecidos pelo elaborador deste RDO que não encontrou termos mais compreensíveis, haja vista a pecularidade da ocorrência. sem mais’.  
A hilária notícia está no Correio Popular
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