o dia começa a morrer
a noite nasce
a lua se esconde
atrás de uma nuvem
o vento frio bate em meu rosto
caminho só rumo a lugar nenhum
alguma saudade ressuscita na mente

entro em um bar para comprar cigarro
vazio…
só um homem bêbado sentado solitário
na mesa uma dose de conhaque
anestesia das solidões
que vi em seus olhos

trocamos desilusões
no rápido encontro de nossos olhares

saio e vejo um garoto sorrindo alegremente
vejo-me nele
breve a vida vai tirar-lhe o sorriso puro

continuo andando sem rumo
preciso tomar um rumo na vida

ou parar e beber um conhaque
a noite está fria…

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2 comentários sobre “O dia começa a morrer- Zatonio Lahud

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